ECO AMBIENTAL
Quero dar meu grito
Pois minha voz é forte
O que digo fica de alerta
Preservação não acredito
Vivemos por sorte.
Coitada das árvores
Que servem pro corte
Na mão dos insensatos
Teu destino é a morte,
O bem que tu fazes
De nada há valia
Na lâmina afiada
De uma moto serra
Uma missão que se enserra
Sua vida centenária jazia.
Hoje de toras deitada
Vira lenha na boca de fornos
Pra sustentar ganância
De feras vorazes
Que de pensar não são capazes,
Então, o que de pé deita
E sua vivência estreita.
Fica aqui a revolta
De um ambientalista solitário
Que pra inspirar não tem horário
E na sombra de um Framboaiã
Quero descansar amanhã.
REVOLTA PELAS ÁRVORES CORTADAS NA ESCOLA ABUD DAIBES, plantadas por mim na década de 90.
PAU BRASIL QUE VIROU CARVÃO no dia 11 07 2011
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