O rio leva
A vida que passa
Evaporação das águas
Feridas que vão
Cachoeiras quebradas
Agonias passadas
Mansidão, remanso
Tranquilidade, velhice
Pensamento, descanso
Planta que boia
Sem rumo, sem porto
Ora em reta, ora em torto
Levando lembranças
Da época de criança
De histórias felizes
Do palco, as atrizes
Da era teatro
Que ficou no retrato
E agora que chove
São lágrimas, comove
Um coração peregrino
Do que foi o destino.
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