sexta-feira, 17 de agosto de 2012

TERNURA

A juventude que passou
O destino vem mostrar
Que o amor não acabou
E nem há de acabar,
Ele com seus poucos cabelos
Os passos curtos, cansados
Mostra que tem zelo
E anda de braços dados
Com sua mesma companheira
Dos velhos tempos passados,
Encontrei com eles na rua
Olhei pro céu e vi a lua
Que brilhava com candura
Por haver tanta ternura
Naqueles velhos namorados
Que andando abraçados
Nos dando uma lição
Que a vida é paixão
E no antigo ou moderno
O amor será sempre eterno.

(homenagem ao sr. Genico e Dona Ilda)

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