Mariposa gira, gira
Não sabe onde vai
Mariposa gira, gira
Bate na luz, logo cai
Coitada da mariposa
Que do abismo não sai,
A luz que sempre guia
Não sabe se é noite ou dia
Mas, tudo que ela queria
Era viver à revelia
Porém a luz que ilumina
A visão também ofusca
Na esperança ela busca
Uma vida de aventura
Numa noite tão escura,
Assim sai para a vida
Tendo uma dor sentida
Por uma paixão sofrida.
No chão ela agoniza
Passa o vento ou a brisa
Alguém nela pisa
Destruindo toda dor
Coitada da luz
Ficou sem seu amor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário