Onde estou eu?
Navegando sem rumo
Procurando caminho seu
No horizonte distante sumo
Nem olhar para trás posso,
Pois todo amor nosso
Parece vaso sensível
Mesmo fazendo possível
Vai assim se quebrando
Com o tempo desgastando,
Mas os cacos vou juntando
Pra quem sabe colando
E nessa sequência de passos
Me achando nos abraços
Imaginativos da vida
Na hora tão comprida
Que o tempo não passa
Não importa o que faça
Jamais terei sossego
Nem tão pouco chamego,
Pois do jeito que caminho
Jamais acharei meu ninho
E no fim acabarei sozinho.
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